A bandeja que tu me destes


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Há anos que tenho essa bandeja, pintastes para mim, é a que mais uso e desde o teu desaparecimento tenho medo de usar, tenho medo que acabe, não quero que termine.  É assim que me sinto, a bandeja que tu me destes não era vidro, não se quebrou, mas tu sim, tu não estás aqui, não sei se vais voltar, tenho medo que nunca voltes, que tenham te levado para sempre. O amor que tu me tinhas era muito e está aqui e a tua lembrança também, é constante, como o meu amor por ti, minha amiga, minha irmã. Eu também não sei como fazer para que a bandeja não acabe, para que tu não acabes, para que tudo não vire fumaça, para que não te esqueçam. Agora D. Cláudia entre dentro dessa roda, diga um verso bem bonito, peça a Deus e vá embora… Mesmo que haja versos, que eles sejam bonitos,  por favor, não vá embora, peço a Deus por ti, peço que onde estiveres, que estejas bem, que nada se perca, que a memória, ao menos ela, fique com todos nós. Amém!

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