Carta dona Zila, 9 de janeiro de 2019


Claudia, minha filha, já passa da meia noite, vou me deitar para dormir e, se Deus permitir, te encontrar no meu sono físico e quando me acordar pela manhã, ainda guardar a lembrança deste momento.

Tu está sempre aqui nas árvores dos fundos, nas flores e na grama.

Eu falo contigo e com teu pai.

Tomara que o que eu sinto chegue até onde estejas e o meu amor te atinja e sintas o quanto eu te amo, filha.

Que Jesus te abençoe e te guarde e Maria santíssima te cubra com seu sagrado manto.

Te amamos,

Mãe

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